Elos Clube de Tavira

Maio 20 2010

 http://acultura.no.sapo.pt/Olivenca03.jpg

 

 

20 de Maio de 1801, Guerra das Laranjas, ocupação de Olivença.

 

Vão passados 209 anos de sequestro da Terra das Oliveiras. E hoje e sempre, o que de Olivença se vê e alcança são Terras de Portugal.

 

Neste 20 de Maio de 2010, guardemos Olivença e os oliventinos.

 

«Horizonte»

 

O sonho é ver as formas invisíveis

Da distância imprecisa e, com sensíveis

Movimentos da esp’rança e da vontade,

Buscar na linha fria do horizonte

A árvore, a praia, a flor, a ave, a fonte –

Os beijos merecidos da Verdade.

 

Fernando Pessoa

In “Mensagem”

 

António Marques

(anterior Presidente do GAO-Grupo dos Amigos de Olivença)

publicado por Henrique Salles da Fonseca às 17:28
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Maio 20 2010

 

 

Título: BRASIL, a construção de um continente – o legado da colonização portuguesa

 

Autor: António Neto Guerreiro

 

Editora: Espaço Editorial, São Paulo, Brasil

 

Edição: 2009

 

 

Instigado por opiniões que considera deturpadas e rancorosas sobre o processo de colonização do Brasil, António Neto Guerreiro parte neste livro para o resgate do legado dos portugueses em terras brasileiras. Refuta chavões repetidos aos quatro ventos como o de que os portugueses vinham ao Brasil só para fazer fortuna rápida e voltar para Lisboa; que condenados e degredados foram responsáveis pela colonização, que o sistema de Capitanias hereditárias estaria na origem da falência do Estado Brasileiro, entre outros pontos.

 

Além de refutar essas críticas, Neto Guerreiro dedica alguns títulos a uma comparação entre o desenvolvimento dos EUA e o do Brasil. Explica como os dois gigantes da América se distanciaram no curso da História, com prejuízo para os brasileiros. Ressalta que no período colonial o Brasil era bastante mais desenvolvido – em termos territoriais, populacionais, económicos e culturais – do que as Treze Colónias que em 1776 dariam origem aos EUA.

 

Por fim, enfatiza o atraso brasileiro como fruto da corrupção estimulada por uma guerra política interminável no seio das elites brasileiras, sem participação da maioria da população. Mas o que realmente moveu o Autor a escrever esta história foi a sua perplexidade de ver um Brasil gigante e repleto de recursos naturais com tanta pobreza e miséria.

 

 

publicado por Henrique Salles da Fonseca às 08:12
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