Elos Clube de Tavira

Abril 20 2010

 LOLITA RAMIREZ

 

Galaico-Português

 

Na singeleza de um “Cantar de Amigo”

São as palavras flores de rosmaninho,

Nasce a mensagem como o pão de trigo…

E a fala enlaça qual tear de linho.

 

No seu trovar à “Flor de Verde Pinho”

Do Rei-Poeta o seu querer bendigo,

Que a doce Língua da Galiza e Minho

Guardou qual jóia de valor antigo.

 

Som de cascata entre granitos corre

Música, harpejo…um eco que não morre

Como de Inês não morre o grande amor.

 

Galaico-Português com voz de mar

Foi nau que a Língua Lusa quis levar

À África e Brasil, Índia e Timor.

__________________________________

 

Lolita Ramirez nasceu em Vila Real de Santo António e é Professora aposentada do Ensino Secundário, da área da Filologia Românica. Casada com um tavirense, também Professor, é uma amiga incondicional de Tavira e dedicou este poema ao Elos Clube de Tavira, por ocasião do XI Aniversário, em 1996. Continua a produzir a sua poesia, da qual já editou cinco livros.

 

 Luís Horta

Presidente da Mesa da Assembleia Geral do Elos Clube de Tavira

publicado por Henrique Salles da Fonseca às 07:14

Abril 19 2010

É o termo usado para definir um dos vícios de linguagem.

 

Consiste na repetição de uma ideia, de maneira viciada, com palavras diferentes, mas com o mesmo sentido.

 

O exemplo clássico é o famoso 'subir para cima' ou o 'descer para baixo'. Mas há outros, como pode ver na lista a seguir:

 

- elo de ligação

- acabamento final

- certeza absoluta

- quantia exacta

- nos dias 8, 9 e 10, inclusive

- juntamente com

- expressamente proibido

- em duas metades iguais

- sintomas indicativos

- há anos atrás

- vereador da cidade

- outra alternativa

- detalhes minuciosos

- a razão é porque

- anexo junto à carta

- de sua livre escolha

- superávite positivo

- todos foram unânimes

- conviver junto

- facto real

- encarar de frente

- multidão de pessoas

- amanhecer o dia

- criação nova

- retornar de novo

- empréstimo temporário

- surpresa inesperada

- escolha opcional

- planear antecipadamente

- abertura inaugural

- continua a permanecer

- a última versão definitiva

- possivelmente poderá ocorrer

- comparecer em pessoa

- gritar bem alto

- propriedade característica

- demasiadamente excessivo

- a seu critério pessoal

- exceder em muito

 

Note que todas essas repetições são dispensáveis. Por exemplo, 'surpresa inesperada'.

 

Fique atento às expressões que utiliza no seu dia-a-dia.

 

Estamos sempre a tempo de melhorar o modo como falamos.

 

(recebido por e-mail, Autor desconhecido)

publicado por Henrique Salles da Fonseca às 09:45

Abril 18 2010

 

… escrito por Paulo Pires Teixeira

 

 

Nampula, sede de província do mesmo nome e capital do norte de Moçambique, é a cidade mais jovem do país, tendo sido fundada a 7 de Fevereiro de 1907, pelo Major Neutel de Abreu, oriundo de Figueiró dos Vinhos.

 

 http://images.google.pt/imgres?imgurl=http://ultramar.terraweb.biz/Imagens/Mocambique/FernandoAlmeida/Nampula/05_fernandoalmeida_nampula_agosto_1966.jpg&imgrefurl=http://ultramar.terraweb.biz/Imagens/mocambique_FernandoAlmeida_nampula.htm&usg=__pIg2WkZyj9hTXiRMb9IzNloFX4Y=&h=600&w=391&sz=63&hl=pt-PT&start=1&um=1&itbs=1&tbnid=NUbN6f3L3PDYlM:&tbnh=135&tbnw=88&prev=/images%3Fq%3DNeutel%252Bde%252BAbreu%26um%3D1%26hl%3Dpt-PT%26sa%3DN%26tbs%3Disch:1

 

 

Apesar do percurso recente mas rico de acontecimentos, não existe uma obra condensada da história de Nampula.

 

Ciente desse facto, Paulo Pires Teixeira, natural daquela província mas com ascendência em Figueiró dos Vinhos, mudou-se para Moçambique para, entre outras obras, concluir as suas pesquisas e investigações sobre a história da cidade. A obra começa a fazer história entre o período de 1896 - ano em que foi identificada a região do Régulo Terela M’Phula (Nampula) como estratégica para a construção de um posto militar e assim viabilizar a sua ocupação e pacificação, iniciativa que seria materializada por Neutel de Abreu a 7 de Fevereiro de 1907 - e vai até 1956, ano da elevação de Nampula a cidade e, nesse âmbito, as inaugurações da Catedral de N. Sr.ª de Fátima, Museu Regional Comandante Ferreira de Almeida, Estádio Municipal, Estátua do Major Neutel de Abreu e o Hospital-Granja de Namaíta.

 

Vista parcial de Nampula --fotografia da colecção da Foto Marques

 

A Cronologia História naquele período é o capítulo mais apelativo em termos de informação sobre a cidade, que vai desde o ano de reconhecimento da região pelo 1.º Governador do Distrito de Moçambique, Capitão Eduardo Costa, criação da localidade e povoação de Nampula e elevações a vila e cidade, passando pelo primeiro estabelecimento comercial, visitas ministeriais e presidenciais, construção de edifícios emblemáticos, até à fundação das escolas, dos Colégios N. Sr.ª das Vitórias e Vasco da Gama e um desenho de 1941 do Arquitecto Raul Lino, que serviu de esboço para o projecto da sua autoria da Catedral.

 

As circunstâncias históricas que levaram Neutel de Abreu àquela região, uma biografia e algumas curiosidades, constituirão o tema de alguns de outros capítulos.

 

NAMPULA - bordadores de cofios_resize.gif

 http://images.google.pt/imgres?imgurl=http://mocambique.blogs.sapo.pt/arquivo/NAMPULA%2520-%2520bordadores%2520de%2520cofios_resize.gif&imgrefurl=http://mocambique.blogs.sapo.pt/arquivo/186300.html&usg=__2xoXvVRIupDpbVfOmXeMYpabzfk=&h=275&w=276&sz=60&hl=pt-PT&start=21&um=1&itbs=1&tbnid=ziLFso-tlegQ1M:&tbnh=114&tbnw=114&prev=/images%3Fq%3DNampula%26start%3D20%26um%3D1%26hl%3Dpt-PT%26sa%3DN%26ndsp%3D20%26tbs%3Disch:1

 

As cerca de 500 fotografias antigas e recentes, desenhos, gravuras e mapas, serão argumentos que tornarão dinâmica e viva esta obra.

 

O período compreendido entre 1957 e 2010 está em elaboração e será remetido para um segundo volume a ser lançado em finais de 2010.

 

 livro.nampula.reserva@gmail.com

publicado por Henrique Salles da Fonseca às 09:42

Abril 17 2010

Ler muito para ter ideias polidas

Ler para dar sentido às palavras da tribo humana

Potenciar a vida lendo muito e assim acabar sendo muito

Leitura é música para o espírito

Ler é instaurar uma nova realidade na pessoalidade

 

A escola toda vai parar para LER! - Sim, com planeamento idealizado pela coordenadora pedagógica, direcção e corpo docente, além das naturais trocas de experiências pessoais direccionadas para esse contexto letral, e, o bicho vai pegar; quero dizer: seremos todos pegos pela Leitura, pelas palavras. Já pensou? Todo mundo na unidade escolar vai parar e ler. Do porteiro à Directora. Que beleza de paralisação para adquirir conhecimento e cultura a partir da literatura. Alunos e professores, principalmente, vão ler por excelência e com enorme prazer de. Cada um lendo – e pensando o "LER" – como exercício laborioso de evolução em todos os sentidos. Ler e reflectir sobre. Ler gostosamente mesmo. Na bucha. Cada pessoa vai ler e ainda vai ter que indicar aos quatro ventos que belo livro está lendo. De preferência romance, clássico, obra-prima. E vai ser tudo devidamente registado desde o ler, o projecto e o andamento em si, a estrutura funcional dessa ideia encampada por todos, as resultantes até e os finais felizes, claro, avaliando o projecto em curso corrente. Ler para valer. Vai ter uma incentivada prática pedagógica para esse fito, numa inicial didáctica de cooptação, encantamento - vivificação da leitura - horizontes provocados para o dia todo especial do Verbo LER. Todos serão contemplados nesse encorajamento generalizado. Ninguém poderá relutar, alegar ignorância nesse propósito. Todos serão rigorosamente cobrados a ler e também a depor documentalmente sobre a leitura proposta. Falando a respeito do livro, do autor, do enredo, personagens, linha da história, isso antes, durante e no fim da empreita. Vai haver uma troca dessa magnífica "encantação" feito contações:

 

-O que você está lendo?

-Por quê?

-Vamos trocar depois?

-Depois que você ler você me empresta?

-Tem uma fila enorme de interessados na sua frente, Mano.

-Vamos ler o quê?

-Gostou? Gostou?

 

 

Silas Corrêa Leite

Santa Itararé das Artes, São Paulo – Brasil

Elos Clube de Itararé

publicado por Henrique Salles da Fonseca às 09:17
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Abril 16 2010

 

 

Comunicar não é arte fácil, exige consciência, conhecimento e capacidade de transmitir de alguma maneira, seja em palavras ou em imagens, uma ideia, um sentimento. Foi isso que percebi nos Colóquios da Lusofonia que ocorreram nos últimos dias (5 a 9 de Abril) em Florianópolis, Santa Catarina. Ver o esforço de alguns letrados em promover a literatura açoriana, apesar das dificuldades e do pouco interesse político a nível universitário, é de despertar nosso respeito.

 

Terra onde a educação foi sempre encarada como artigo de luxo, pois arranjar alimento era primordial para a sobrevivência, é de admirar a contribuição histórica e literária açoriana, à cultura e sociedade portuguesa. Talvez por ser um lugar onde o isolamento, a introspecção e o individualismo sejam características da personalidade insular a produção literária seja tão abundante, apesar de pouco divulgada. Seja por acomodação, ou por falta de ambição (para quê fama e dinheiro se já estão no paraíso terrestre!), a realidade é que quem se empenha em promover a cultura açoriana e os autores insulares são em geral os estrangeiros, agora mais recentemente nas vozes dos professores e escritores Lélia Pereira Nunes e Chrys Chrystello (e cols.). Através deles os Açores têm conseguido mais visibilidade nas comunidades de língua portuguesa e estrangeira, com as versões de obras literárias açorianas. Escritores como Daniel de Sá, Vasco Pereira da Costa, Cristóvão de Aguiar, José Manuel Bettencourt, Francisco Nunes P. Gomes, Olímpia Soares de Faria, Avelino de Freitas Meneses, Ermelindo Ávila, e tantos outros, merecem pela qualidade de suas obras todo esse empenho.

 

Embora emigrante, que vive no estrangeiro outra realidade sócio-cultural, como açoriana de nascimento e de muitas gerações antecedentes, sinto orgulho pelos destaques culturais da minha terra natal e agradeço intimamente àqueles que acreditam na arte da minha gente.

 

Uberaba, 14/4/2010

 

 Maria Eduarda Fagundes

publicado por Henrique Salles da Fonseca às 09:31

Abril 15 2010

 

 

Nos séculos que se passaram desde que Pedro Álvares Cabral aportou a terras de Santa Cruz que os sentimentos de irmandade entre portugueses e brasileiros se cimentaram e cresceram. Eventos os mais variados e numerosos, enchem as páginas da História dos dois Países Irmãos, o que não pode causar admiração de tanto um e outro se misturarem e viverem em família. Altas figuras de missionação católica, soldados ilustres e guerreiros destemidos correram sertões e praias num caminhar que não mais parou e deu ao Mundo esse portentoso Brasil, orgulho maior da Gesta Portuguesa, a partir do século XVI. Nunca o sentir de ambos os países deixou de pulsar ao mesmo ritmo e sempre alegrias e tristezas foram comungadas em exemplo vivo de como Famílias devem viver e sobrevivem.

 

Correram os anos e os séculos até aos nossos dias. Almas sãs e corpos sãos geraram figuras ilustres de um e outro lado do Atlântico e delas surgiu como coisa mais natural a ideia de unidade cujo símbolo outro não poderia ser que um verdadeiro ELO e daí o baptismo deste já hoje grande movimento que é o Elismo.

 

Das praias santistas, dessa grande cidade que o Atlântico banha, nasceu o Elismo que hoje nos une.

 

Do espírito empreendedor, do coração vibrante de amor e paz, de progresso e bem-estar, nasceu o Elos Clube. Foi o semeador de uma árvore de cultura e humanismo que, hoje, está encravada em outros Elos Clubes fincados em solo lusíada, no Brasil e em Portugal, na América do Sul, na Europa, na África, na Ásia...

 

Foi esse homem, Eduardo Dias Coelho, que idealizou esse Clube com a ideologia de irmanar-se com a Pátria de origem, o mundo de fala portuguesa com mais de cento e cinquenta milhões de almas. Um mundo de princípios e raízes iguais, um mesmo conjunto de valores culturais, psicossociais e sentimentais. Um mundo lusíada à imagem do que sempre representou Eduardo Dias Coelho: de amor e paz, de progresso e bem-estar.

 

Nisso se concretiza a meta do Elismo sonhada por Dias Coelho, a sua principal razão de ser.

 

Quando Eduardo Dias Coelho reuniu um grupo de amigos na cidade onde exercia a sua actividade de médico, em Santos, com o objectivo idealista de formar um clube de brasileiros e portugueses interessados em culturar a língua, as tradições e os valores comuns aos dois povos, por mais idealista que fosse e por melhores que fossem suas intenções de brasileiro filho de português, não poderia jamais imaginar as repercussões futuras do seu gesto e nem antever, por certo, o crescimento da instituição que houve por bem denominar Elos Internacional da Comunidade Lusíada.

 

Em pouco mais de vinte anos aquela célula inicial de Santos subdividiu-se, multiplicou-se como se multiplicam as sementes dadivosas e, hoje, espalhando-se por diversos Estados do Brasil, de Portugal e alguns países de origem lusitana, bem como incursões incipientes em outros países onde existem núcleos luso-brasileiros, constitui já uma associação respeitada, reconhecida pelas autoridades constituídas desses países pelas suas actividades culturais e pelas atitudes que tem tomado, permanentemente, em defesa dos princípios e dos valores que tornaram grandes, em todos os quadrantes da terra, os feitos dos nossos maiores. E não poderia ter sido mais feliz a designação encontrada pelos fundadores do nosso movimento para baptizar a instituição: Elos\ A união dos elos forma a corrente e a corrente tem um significado simbólico dos mais expressivos: traduz união, traduz força, traduz continuidade. Preservando e divulgando uma filosofia humanista que se notabiliza pela ausência de preconceitos raciais e pela valorização dos preceitos éticos e morais que tornaram admirada e respeitada a raça lusíada, cada Elos Clube é uma peça dinâmica dessa corrente ideal que já abraçou 4 continentes (América, Europa, África e Ásia) e que, pela hodiernidade dos seus princípios, tem todas as condições para se desenvolver, para se ampliar, fertilizando de compreensão e fraternidade o mundo estiolado pelo materialismo em que vivemos.

 

O Elismo pode constituir, por isso mesmo, um exemplo para o mundo, pois não há em nenhuma parte, em nenhuma época, lembrança de qualquer povo que tenha conquistado a sua independência política e permanecido de coração aberto, de alma agradecida e de consciência irmanada aos dominadores da véspera, tal como aconteceu no passado com o Brasil e ainda há pouco com os novos países da África: Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe. Em todos os países o idioma oficial é o português e a cultura, os costumes, a tradição, a história e a formação cristã continuam sendo o património legado pelos portugueses. Mais do que isto, até o espírito da raça, aquela maneira de ser, de cultuar a solidariedade sem afectação, de ser fraternal sem ostentação, a capacidade incomum de perdoar sem guardar ressentimentos, faz dos Lusíadas uma raça à parte no concerto de todos os povos.

 

E são estes princípios, estes valores, que o Elismo exalta, cultiva e propaga em todas as suas unidades, numa pregação apostólica e desinteressada, porém continuada e consciente, de quem está semeando tolerância e compreensão para um mundo melhor. Os irmãos brasileiros deram o arranque aos sentimentos de portuguesismo que irradiou por Portugal logo que aqui chegaram os seus ecos.

 

Em 1962, larga de Lisboa, notável embaixada que leva como expoente de máxima grandeza uma cópia da imagem de Nossa Senhora da Esperança, venerada em Belmonte, que acompanhara Pedro Álvares Cabral, em 1500, quando da descoberta do grande Brasil.

 

Esta embaixada após contacto com o Elismo no Brasil, tomou o compromisso de fundar em Portugal uma associação luso-brasileira que fosse resposta aos Elos Clubes já ali existentes.

 

Grandiosas foram as recepções, em Brasília e noutras cidades brasileiras, aos representantes de Portugal e nelas participaram os elistas que transmitiram aos portugueses esse facho bendito que havia de dar origem ao Movimento em Portugal.

 

O Exmo. Presidente do Brasil, Dr. Kubitschek de Oliveira, o estadista que teve a visão grandiosa de Brasília, centro nevrálgico da portentosa Nação da América do Sul, terra de língua e sentimentos lusíadas, orgulho de quantos a Portugal devem a própria existência, verdadeiro amigo de Portugal que até nós se deslocou em viagem oficial e foi recebido com as maiores honrarias, afirmou à imprensa na hora de deixar o Brasil que vinha para a inauguração do monumento a Pedro Álvares Cabral, em Belmonte e para assistir à inauguração do Elismo em Portugal. Estávamos a 14 de Janeiro de 1963 e daí em diante e ininterruptamente, não mais em Portugal se deixou o rumo dos princípios que levaram à fundação e objectivos dos Elos Clubes. Longe nos levaria tentar a defesa e oportunidade da fundação do Movimento Elista que tanto tem ajudado ao estreitar dos laços entre portugueses e brasileiros. A História comum, os sentimentos conjugados e alicerçados na língua, o intercâmbio de culturas e raças deram essa extraordinária existência humana no Mundo que os portugueses criaram.

 

Estes elementos foram a base de toda uma epopeia que, ultrapassando obstáculos mais díspares, fizeram chegar ao nosso século a Comunidade Lusíada em que os Elos têm lugar do maior relevo.

 

O Presidente Kubitschek de Oliveira anunciou na sua partida para Portugal que «os Elos Clubes foram criados no Brasil para aproximação luso-brasileira e já existem em várias cidades brasileiras, agora, outro na capital portuguesa. Dados os seus objectivos, não desejaria faltar à cerimónia inaugural».

 

E assim aconteceu nesse histórico dia de 14 de Janeiro de 1963, onde numerosa embaixada de elistas do Brasil testemunharam o acto solene que criou oficialmente o 1º Clube português donde irradiou a mensagem que espalhada por todo o Portugal teve ramificações em dezenas de cidades e chegou mesmo a Luanda, Lourenço Marques, Beira, Zaire e à longínqua Macau.

 

E qual é, afinal neste momento e agora, a finalidade dos CLUBES ELOS? Espalhados pelo Mundo, milhares e milhares de portugueses labutam e ajudam outros países. Podemos dizer sem receio de desmentido que eles são arautos de uma maneira única de estar no Mundo, sem ideias xenófonas ou racistas, sem outro rumo além do que sempre a todos levou mares afora, a terras longínquas erguendo sempre bem alto os sentimentos altruístas que nos identificam.

 

Os Elos Clubes são os guardas fiéis do portuguesismo que tem por base primeira a Língua e a Cultura Lusíada ora enriquecidas pelos valores espirituais daqueles que connosco convivem.

 

Quando, em Portugal, uma surda campanha quer fazer esquecer aos mais novos toda a nossa História, já alerta estão aqueles que têm espírito e cultura portuguesa e importa difundir a Mensagem que os brasileiros lançaram e havemos de ver extensiva a todas as comunidades lusíadas.

 

Os Elos Clubes de Portugal não deixaram até hoje de semear a boa nova do portuguesismo por todos os cantos do Mundo. Desde a sua fundação é um dos veículos essenciais para a continuidade da CULTURA AFRO-LUSO-BRASILEIRA. É uma instituição humanista, sem carácter político ou religioso e de congregação dos valores essenciais ao humanismo: «a solidariedade, a liberdade, o respeito de todos na defesa e implantação da PAZ em todo o Mundo».

 

E nestas palavras do fundador do Elismo está toda a sua razão de ser:

— Um continente lusíada de protecção à nossa cultura, à nossa religião, ao nosso conceito de família, aos nossos padrões morais, à nossa maneira de ser e às nossas formas de estar.

 

As mesmas terras para plantar, os mesmos rios para pescar, os mesmos mares para navegar, em defesa da nossa vida, pela vida e com a vida, se preciso for...

 

A vida do Elismo em Portugal decorreu no franco progresso, pois os sentimentos da Lusitanidade estavam fortemente enraizados na maioria dos portugueses. Grandes nomes da vida cultural nacional e local aderiram ao Movimento que pode orgulhar-se de ter no seu seio muitos dos vultos portugueses de maior relevo intelectual e Vós, aqui e agora à minha frente, com estes Vossos 25 anos de BONS e PRESTIMOSSOS serviços Elistas, são a prova disso.

 

Tavira, 10 de Abril de 2010

 

Francisco Monção Leão

Presidente do Elos Clube de Lisboa

publicado por Henrique Salles da Fonseca às 09:51
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Abril 14 2010

Estados Unidos: Ungulani fala sobre literatura dos PALOP

 

Maputo, Segunda-Feira, 5 de Abril de 2010

 

 

O conceituado escritor Ungulani Ba Ka Khosa – pseudónimo literário para Francisco Esaú Cossa – parte hoje para os Estados Unidos da América, onde vai participar em palestras e seminários sobre as literaturas africanas de expressão portuguesa.

 

Nos Estados Unidos, Ungulani estará na companhia de outros escritores de países africanos de expressão portuguesa, nomeadamente Ondjaki e Pepetela, de Angola, e Germano de Almeida, de Cabo Verde.

 

As jornadas literárias vão ter lugar nas Universidades norte-americanas de Brown, em Providence, Rhode Island, Universidade de Rugters, em Newark, Nova Jersey, e na Universidade de Georgetown, em Washington, num evento que arranca amanhã e vai decorrer até o próximo dia 15 do mês em curso. A viagem de Ungulani Ba Ka Khosa tem o patrocínio da Electricidade de Moçambique (EDM).

 

Ungulani disse que vai estar presente em encontros nos quais irá debruçar-se sobre as literaturas africanas de expressão portuguesa, com particular enfoque para a produção moçambicana actual.

 

“Será um discorrer sobre a produção literária de cada um dos países donde são provenientes os convidados. Eu falarei do panorama literário moçambicano”, disse Ungulani, dissertando sobre o actual estágio da literatura nacional e do aparecimento de editoras que permitem que mais escritores tenham expressão, frisando a abertura do exterior face às literaturas africanas de língua portuguesa.

 

Dos escritores com os quais vai estar, Ungulani já privou com Ondjaki num encontro que teve lugar em Moçambique. Quanto aos outros dois esta será a primeira vez, não obstante conhecer as suas obras.

 

Portanto, esta é, segundo ele, uma oportunidade para a troca de experiências e para estabelecer uma discussão em torno do que se faz em cada um dos países africanos de expressão portuguesa.

 

Ungulani Ba Ka Khosa (Francisco Esaú Cossa) nasceu a 1 de Agosto de 1957, em Inhaminga, província de Sofala. Tirou Bacharelato em História e Geografia na Faculdade de Educação da Universidade Eduardo Mondlane, exercendo a função de professor.

 

Iniciou a sua carreira de escritor com a publicação de alguns contos e participou na fundação da revista Charrua na Associação de Escritores Moçambicanos, de que é membro.

 

Publicou as obras Ualalapi (1987), Orgia dos Loucos (1990), Histórias de Amor e Espanto (1999), No Reino dos Abutres (2002), Os Sobreviventes da Noite (2007) e Choriro (2009).

 

Ualalapi foi distinguida em 1990 com o Grande Prémio da Ficção Narrativa; em 1994 com o Prémio Nacional de Ficção e em 2002 foi considerada como um dos melhores livros africanos do Século XX. Em 2007 venceu o Grande Prémio de Literatura José Craveirinha, com a obra “Os Sobreviventes da Noite”.

 

 

http://macua.blogs.com/moambique_para_todos/

 

Para saber mais sobre Ungulani, veja p. ex. em http://pt.wikipedia.org/wiki/Ungulani_Ba_Ka_Khosa

 

publicado por Henrique Salles da Fonseca às 10:24

Abril 13 2010

 O O 25º. Aniversário do Elos Clube de Tavira, em vez de 23 de Março, foi comemorado, em data diferida, ou seja, a 10 de Abril de 2010.

 

Pelas 19 horas, na capela privativa do Hotel Vila Galé Albacora (antigo Arraial Ferreira Neto, sede da valiosa actividade de uma das Armações de Atum locais), o Reverendo Padre Dinis Faísca, Pároco de Tavira, celebrou Missa solene, em intenção dos elistas já desaparecidos e em acção de graças por novos desafios que mantenham o espírito humanista que é característica do Elos Clube em festa e de todo o Movimento.

 

 Seguidamente, no Museu do Atum do referido Parque hoteleiro, esteve patente uma exposição fotográfica de alguns acontecimentos dos 25 Anos do Elos Clube de Tavira, ao mesmo tempo que era servido um aperitivo que permitiu cerca de uma hora de convívio entre mais de meia centena de elistas e convidados presentes.

 

Seguiu-se o Jantar de Aniversário, presidido pelo CE Henrique Salles da Fonseca, com a Mesa de Honra constituída, além do anfitrião e esposa, pelo CE Francisco Monção Leão, Presidente do Elos Clube de Lisboa e Esposa, o Dr. Eurico Palma, representante do Presidente da Câmara Municipal de Tavira e Esposa, a CE Cândida Cativo, Vice-Presidente do Elos Clube de Olhão, a CE Júlia Parra da Silva, Directora do Protocolo e esposo.

 

Decorrido em clima de muita amizade e companheirismo, a palestra esteve a cargo do CE Presidente do Elos Clube de Lisboa que trouxe consigo fortes referências ao Movimento e ao seu fundador, Eduardo Dias Coelho.

 

Usaram da palavra, a representante do Elos Clube de Olhão, o Elista número um de Tavira, CE Jorge Correia, o Presidente do Conselho Fiscal, CE Vasco Mota (que recordou a fundação do Elos tavirense e um nome incontornável na sua organização e desenvolvimento – Avelino Viegas, hoje ausente de Tavira) e CE Luís Horta, Presidente da Assembleia Geral, que salientou as realizações de ontem e de hoje desta Unidade elista.

 

Eurico Palma, em nome da Câmara Municipal trouxe as saudações oficiais e a promessa de eventuais apoios.

 

Foi lida ainda uma mensagem da CE Maria Inês Botelho, Presidenta Internacional e uma outra mensagem do Vice-Presidente Internacional para a Europa, CE Daniel Café.

 

 

 

O Presidente, CE Salles da Fonseca, que no final haveria de partir o bolo de aniversário, teve uma intervenção de relevante alcance sobre o futuro e sobre a forma como a acção do Elos Clube de Tavira pode chegar ainda mais longe. Essa intervenção e a Mensagem presidencial elista estão incluídas, já, no nosso blog. Uma jornada, pois, muito interessante e produtiva, na perspectiva que o Elos Clube de Tavira mantém para continuar a exercer o seu excelente desempenho destes 25 anos de que já deu provas.

 

Tavira, Abril de 2010

 

 Luís Maria de Melo e Horta

Presidente da Mesa da Assembleia Geral

publicado por Henrique Salles da Fonseca às 10:38
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Abril 12 2010

  

HONRAR O PASSADO CONSTRUIR O FUTURO

 

Senhor Representante da Câmara Municipal de Tavira, muito obrigado por nos trazer a cidade a este nosso aniversário;

  

Reverendo Padre Dinis, muito obrigado por nos trazer a este nosso aniversário a Fé com a qual desbravámos horizontes por esse mundo além;

  

Prezados Convidados, muito obrigado por se juntarem à nossa festa;

  

Caros Companheiros;

  

Minhas Senhoras e meus Senhores:

  

Ao comemorar o 25º aniversário do nosso Clube, evoco os Fundadores e saúdo todos os que durante este quarto de século, contra ventos e marés, empunharam a bandeira da Causa Elista, o mesmo é dizer, da Causa Lusíada.

  

Estes 25 anos de acção em prol da língua e cultura portuguesas são o reflexo duma sociedade culta que se reúne em torno dos Valores do Humanismo Lusíada cultivando-o com uma perspectiva de futuro.

  

Sim, se Tavira foi base principal do lançamento das navegações que levaram Portugal por esse mundo além nas caravelas de descobrir, os novos meios de comunicação constituem um instrumento formidável para a difusão dos nossos Valores, da nossa Cultura, da nossa Língua. Eis por que nada obsta a que no século XXI Tavira salte para a linha da frente do ressurgimento lusíada a nível global.

  

Seguindo o exemplo dos Descobridores do séc. XV, essa a missão que nos cumpre nos próximos 25 anos.

 

Por isso eu digo que honramos o passado para construirmos o futuro.

 

1. ACÇÃO INTERNA

 

A Internet é a versão actual das caravelas de descobrir. Os antigos não temeram embarcar nessas autênticas casquinhas de noz para horizontes desconhecidos… O ressurgimento lusíada global pode ser hoje facilmente conseguido se todos soubermos navegar e pudermos contactar numa rede que abarque os cinco continentes e todas as ilhas de permeio. É por isso que dou tanto relevo à iniciação informática dos nossos Companheiros mais antigos e foi por isso que tomei como prioritário pôr o nosso blog em funcionamento. Assim foi que desde o passado dia 9 de Fevereiro e todos os dias de calendário, colocamos uma referência lusíada no ar. Intitulado Elos Clube de Tavira, estabelece diariamente contactos desde o Brasil até à Índia na reconstituição dos 17 elos que na época dos Descobrimentos ligaram Tavira a Goa. E se então esses foram os locais que dispuseram de hospitais de apoio aos navegadores, hoje podemos imaginar o estabelecimento de contactos com os luso-descendentes que nessas paragens ainda possam existir ou, no mínimo, de naturais dessas terras interessados no estabelecimento de laços culturais com o novo Mundo Lusíada, com a nossa Língua e com os nossos Valores. De fora já temos reacções; falta que os «da casa» entrem na rede.

 

Companheiros não ligados à Internet: isto significa que uma parte importante da vida do nosso Clube não conta com a vossa participação activa. Convido-vos a que se apressem a entrar nesta nossa aventura de retoma da nova universalidade lusíada.

 

2. ENSINO UNIVERSAL DA LÍNGUA PORTUGUESA

 

E é precisamente nesta aventura que todos somos poucos para avançarmos rapidamente para o ensino da nossa língua a quem a queira aprender nesses lugares remotos por onde Portugal navegou. Só que, com os meios de que actualmente dispomos, podemos imaginar esse ensino à distância sem necessidade de deslocações físicas. O tempo urge pois que se nos demorarmos outros haverá que nos tomarão a dianteira e esta missão claramente geracional será perdida. E se tal acontecer, os únicos responsáveis por mais essa perda seremos nós e mais ninguém.

 

 

3. POLÍTICA NACIONAL DA LÍNGUA PORTUGUESA

 

 

É precisamente no âmbito dessa missão de dimensão geracional que recordo a conclusão extraída na

XXVII Convenção Mundial do Elos Internacional da Comunidade Lusíada realizada em Lisboa em Outubro de 2009, de que «a política nacional da Língua Portuguesa é um valor estratégico» que deve ser objecto da atenção de toda a Sociedade Portuguesa no entendimento de que deverá ser antecedida de reflexão sobre a sua relação «com os interesses diversificados dos lugares e dos povos onde é praticada», em substituição «do imediatismo editorial ou empresarial que já se vem fazendo sentir» urgindo «a elaboração de um vocabulário técnico e científico para todos os países da Língua Portuguesa».

 

Companheiros, esta é uma missão que não nos cabe apenas a nós, Elos Clube de Tavira, na certeza porém de que nos cumpre participar activamente nas reflexões identificadas e na elaboração dos documentos preparatórios que permitam ao Governo a definição dessa política nacional e à Academia das Ciências iniciar a árdua tarefa de compilação dos ditos Vocabulários. Daqui apelo aos demais Elos Clubes de Portugal para que desenvolvamos uma acção conjunta com tais objectivos.

 

Aqui fica o apelo; aqui fica o desafio.

 

Finalmente, parafraseando D. Manuel Clemente, Bispo do Porto, no seu livro “1810-1910-2010 DATAS E DESAFIOS” (pág. 121), permito-me recordar que «as coisas não são boas ou más porque Deus as mande ou as proíba; antes as manda porque são boas e as proíbe porque são más».

 

Companheiros, creio chegada a altura de deixarmos de clamar contra a desgraça que nos rodeia, essa a que vulgarmente chamamos «crise». É que de nada vale carpir sobre o leite derramado com o argumento de a culpa não ser nossa… E o nosso silêncio? Não nos transforma ele em coniventes?

 

Eis por que creio nossa a obrigação de tudo fazermos com vista à edificação duma Ética Lusófona para o séc. XXI. Daqui apelo a todo o Movimento Elista para que não esqueça mais esta deliberação igualmente tomada na XXVII Convenção Mundial. Nós damos o primeiro passo lançando a semente. Esperemos que frutifique.

 

Aqui fica o apelo; aqui fica o desafio.

 

Companheiros, nenhuma destas ideias é utópica. Basta pensar e agir. Ânimo não nos falta e tudo faremos para recuperar o tempo perdido desde que abandonámos aqueles que, há decénios ou mesmo séculos – assoberbados por hostilidade ou rodeados por desdenhosa indiferença – mantêm esperança num regresso dos valores lusíadas. Estas são missões cuja realização depende da nossa exclusiva vontade. Assumamos a obrigação de as lançar, único modo de as podermos cumprir.

 

Sabemos, pois, da missão que nos cumpre e daqui convido todos os elistas e seus Clubes a acompanharem-nos nesta entusiasmante jornada. Mas não nos tolham o passo que a esses claramente deixaremos para trás!

 

Obrigado pela atenção.

 

 

Tavira, 10 de Abril de 2010

 

 

Henrique Salles da Fonseca

                     Presidente

publicado por Henrique Salles da Fonseca às 09:03
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Abril 11 2010

  

A CONSECUÇÃO DA VIDA ELISTA EM TAVIRA

 

 

Prezado CE Salles Fonseca, Presidente do Elos Clube de Tavira-Portugal:

 

O Elos Clube de Tavira, ao comemorar 25 anos de fundação, merece receber parabéns e elogios de todas as Autoridade Elistas, dos membros elistas e das demais autoridades e pessoas que estiveram e estão nesse círculo presentes.

 

A História mostra que o clube cresceu em ideais, na consecução de valores cristãos, em ações fraternas, dentro de um tom de vanguarda e de fidedignidade. Percebe-se que propôs, em seus atos, a coragem, a ousadia, a persistência, a criatividade, a inovação, a garra, o denôdo apresentando, hoje, ótima performance.

 

As idéias que foram plantadas já geraram bons frutos, encaminhando-se para a solidificação de outras.

 

Os desafios que se interpuseram no caminho projetado encaminharam o clube, percebe-se, para a abertura de novas sendas e maior integração à vida em comunidade. É visível que a identidade cristalizou-se e a sua Imagem Pública foi e continua sendo muito valorizada.

 

O registro histórico que o Elos Clube de Tavira apresenta é o de uma instituição que se fortaleceu com as suas conquistas, somadas a parcerias obtidos nesse interregno de tempo. A visão privilegiada pela análise estabelecida através da história registrada na Linha do Tempo apresenta cidadãos conscientes de que foram beneficiados na área cultural e, cada qual, em sua vida própria. Assim, a cidadania ganhou espaço ao estarem os elistas e seus parceiros como atores do processo e não apenas como expectadores.

 

O Elos Clube de Tavira merece receber aplausos porque constroi, com galhardia, as bases do amor, da fé, da esperança em um porvir mais condizente com o ser humano e a Carta de Princípios Elistas.

 

Será sempre oportuno enviar aos elistas os respeitos desta Presidência e de sua Diretoria Internacional, tendo, em seu bojo, o aprendizado que o cotidiano proporciona a todos, embasado na vivência elista: respeito à família, à pátria, ao bem comum, à congregação dos homens, à crença cristã, à ética, ao sentimento de companheirismo e à defesa, preservação e expansão da Língua Portuguesa.

 

É fundamental, neste momento, lembrar a figura proeminente do CE Dr. Eduardo Dias Coelho, mentor e fundador do " Movimento Elista", hoje Elos Internacional da Comunidade Lusíada. Ele foi um excepcional semeador. Conseguiu colocar sementes em solos férteis. Deixou-nos legado marcante e visão de mundo com horizonte alargado pelo amor aos homens de todas as raças, de todos os lugares. Afinal, "as ações desenvolvidas são sempre em favor da defesa das diversidades culturais dos países lusófonos e de suas comunidades, da preservação da Língua Portuguesa, da aplicabilidade dos preceitos do Humanismo lusíada, do fomento de intercâmbio dos povos e das comunidades de Língua Portuguesa e da promoção da boa compreensão entre os povos do mundo".

 

Portanto, mantenhamos a união. " Não nos afastemos. Vamos de mãos dadas" à conquista de novas plagas, de mais companheiros para o fortalecimento do Humanismo Lusíada.

 

"Somos Elistas, sentimos n´alma

Que cada membro é um irmão... 

Cantemos todos que a vida só é boa

Quando se tem amor no coração."

(Dulce Sarmento)

 

Saudações elistas. Sejam todos, sempre, muito felizes!

 

  CE Maria Inês Botelho-PRESINT

publicado por Henrique Salles da Fonseca às 09:50
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