Elos Clube de Tavira

Março 22 2010

Quedas d'agua  na Natureza Wallpaper Download

 

Hoje é o Dia que se coloca em Calendário para fortalecer mais, ainda, a ideia e a acção sobre nosso bem precioso: a ÁGUA.

 

Que possamos fazer reflexão sobre nossas acções quotidianas, que envolvem o uso racional da ÁGUA.

 

Sabemos que sem ela não há vida e é fundamental para gerar energia, produzir alimentos, efectivar transportes, favorecer a limpeza doméstica, dentre tantos outros benefícios.

 

Ela ainda tem importância fundamental em actividade industrial.

 

Ressalta esta Presidência que o direito à ÁGUA é um direito fundamental do ser humano: Art. 3º da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

 

Portanto, valorizemos a existência da ÁGUA. É uma questão de sobrevivência. Afinal, a natureza conta com a nossa colaboração e o elista é um ser talhado para defender a vida.

 

" A solidariedade é um dom de Deus, e cabe a cada ser humano empenhar-se para que a vida de todos seja melhor". Pelo Elismo, vivamos, pois. Multipliquemos esta ideia.

 

Saudações elistas.

 

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CE Maria Inês Botelho

Presidente do Elos Internacional da Comunidade Lusíada

publicado por Henrique Salles da Fonseca às 18:25
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Março 22 2010

 

I CONCURSO LITERÁRIO INTERNACIONAL DO
ELOS CLUBE DE FARO 2010
 
Tema: O Fado é Portugal
 
O fado é português, navegador
A voz de Portugal que foi ouvida
Ultrapassou também o Bojador...
Aqui e além do mar, onda vencida
*Maria José Fraqueza
 
Prosseguindo os seus objectivos de divulgação da cultura e da língua portuguesa, o Elos Clube de Faro em colaboração com o Elos Internacional da Comunidade Lusíada, organiza o I Concurso Literário Internacional Elos Clube de Faro 2010. No ano em que o Fado é proposto para Património da Huminadade pretende-se homenagear a alma maior do sentir Português.
 
1. Objectivo:
O presente Concurso tem como objectivo estimular e incentivar a criação literária em língua portuguesa.
 
2. Condições de admissão ao Concurso:
2.1.Dos concorrentes:
GRUPO I - Até aos 21 anos de idade;
GRUPO II – Maiores de 21 anos de idade.
Modalidades: Prosa, Poesia Moderna e Poesia Clássica
2.2.Dos trabalhos:
Trabalho individual e inédito subordinado ao tema proposto, de acordo com o escalão etário apresentado, com um mínimo de 1 (uma) página e um máximo de 3 (três) em Prosa. Máximo de 30 linhas em poesia.
Os textos deverão ser apresentados dactilografados com letra formato “Times New Roman”, tamanho 12, espaçamento da linha 1,5 .
Os textos deverão ser apresentados em papel A4, em triplicado, apenas num dos lados.
Cada trabalho deverá ser enquadrado de acordo com a idade do concorrente, a modalidade e o título será o do tema proposto – “O FADO É PORTUGAL”
Os concorrentes só poderão concorrer com apenas um trabalho em cada uma das modalidades.
Tel: 91-9036842 - Fax: 289-714509- Correio Electrónico: elosfaro@yahoo.com.br
 
3. Identificação do trabalho:
O concorrente deverá identificar o trabalho com pseudónimo. Deve enviar o trabalho acompanhado de um envelope com pseudónimo, modalidade e escalão etário, contendo as seguintes indicações:
nome
morada
telefone
endereço de correio electrónico
 
4. Prazo e local de entrega:
Os trabalhos deverão ser enviados para:
ELOS CLUBE DE FARO
I CONCURSO LITERÁRIO INTERNACIONAL ELOS CLUBE DE FARO 2010
APARTADO 297
8001-903 FARO CODEX
Até ao dia 30 de Maio de 2010 (carimbo dos correios).
 
5. Composição do Júri:
Os trabalhos serão apreciados por um júri formado por 3 (três) elementos de reconhecida competência que analisará os trabalhos em função dos seguintes critérios:
a) correcção da expressão;
b) originalidade;
c) boa organização das ideias e estruturação do texto.
 
6. Deliberação do Júri:
Os pareceres do júri serão secretos e as suas decisões irrecorríveis.
 
7. Prémios:
Por cada grupo serão atribuídos 3 (três) prémios e as menções honrosas que o júri julgar merecidas.
 
8. Entrega dos prémios:
A entrega dos prémios far-se-á em Agosto de 2010, em sessão cultural de cuja data e local será dado conhecimento prévio aos concorrentes premiados e divulgado no Portal da Lusofonia http://portaldalusofonia.blogspot.com
 
9. Disposições Gerais:
- Os trabalhos enviados não serão devolvidos.
- Serão eliminados os trabalhos que não respeitem as cláusulas do presente regulamento.
- O Elos Clube de Faro reserva-se o direito de poder vir a publicar ou editar os trabalhos a concurso.
 
A Presidente da Direcção do Elos Clube de Faro
Dina Lapa de Campos
Tel: 91-9036842 - Fax: 289-714509- Correio Electrónico: elosfaro@yahoo.com.br

 

publicado por Henrique Salles da Fonseca às 09:42
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Março 21 2010

 

… JÁ PODEM TER DUPLA NACIONALIDADE
 
 
Segundo o primeiro-ministro guineense, a lei vai "permitir aos cidadãos guineenses que optaram por ter nacionalidade portuguesa não perderem a sua nacionalidade de origem".
 
O primeiro-ministro da Guiné-Bissau, Carlos Gomes Júnior, anunciou que os guineenses com nacionalidade portuguesa já podem requerer a nacionalidade guineense.

"A Assembleia Nacional Popular, na sua sessão de sexta-feira, acabou de aprovar a lei da dupla nacionalidade", afirmou Carlos Gomes Júnior, durante uma visita à União da Cidades Capitais de Língua Portuguesa (UCCLA).
 
"Penso que é um reconforto e um apoio institucional que queremos dar para amanhã, quando voltarem ao seu país, voltarem com todos os seus plenos direitos", afirmou Carlos Gomes Júnior. "Embora nascidos no estrangeiro, têm o direito de ser cidadãos guineenses", salientou.

Carlos Gomes Júnior visitou a UCCLA no âmbito de uma visita oficial que iniciou hoje, 17 de Março, a Portugal e que termina nesta quarta-feira.
 
17 de Março de 2010
 
in “Moçambique para todos” em  http://macua.blogs.com/moambique_para_todos/
 
publicado por Henrique Salles da Fonseca às 09:45

Março 20 2010

 

 
 
 
 A Primeira Aldeia Global
 
 
Título: A Primeira Aldeia Global
            Como Portugal mudou o Mundo
Autor: Martin Page
Editor: Casa das Letras
Edição: 2008
Páginas: 310
 
SINOPSE
 
Quando Jonas foi engolido pelo «grande peixe», tentava apenas escapar para o território que é agora Portugal. Foi aqui que Aníbal encontrou os guerreiros, as armas e o ouro que tornaram possível a sua marcha sobre Roma; e Júlio César, a fortuna que lhe permitiu as conquistas da Gália e da Inglaterra. Durante a Alta Idade Média, mais a norte, os governantes árabes integraram Portugal na civilização mais avançada do mundo. Após a conquista de Lisboa, pelos Normandos, o novo Portugal levou Veneza à bancarrota e tornou-se a nação mais rica da Europa.

Antes de ser eleito Papa, com o nome de João XXI, Pedro Hispano, nascido em Lisboa, escreveu um dos primeiros compêndios modernos sobre Medicina que, um século mais tarde, era livro de consulta obrigatória em quase toda a Europa.
 
Os Portugueses levaram as túlipas, o chocolate e os diamantes para a Holanda, introduziram na Inglaterra o hábito do chá das cinco e deram a Bombaim a chave do Império. Ensinaram a África a proteger-se contra a malária e levaram carregamentos de escravos para a América. Introduziram, na Índia, o ensino superior, o caril e as chamuças e, no Japão, a tempura e as armas de fogo.
 
 
CRÍTICAS DE IMPRENSA
 
«Martin Page apresenta-nos uma nova perspectiva sobre um país fascinante. A Primeira Aldeia Global é uma narrativa deslumbrante.»
The Financial Times
 
«Em A Primeira Aldeia Global, Martin Page corrige brilhantemente uma lacuna. É uma obra clara, erudita, divertida e sempre actualizada.»
The Daily Mail
 
«Martin Page é cheio de vivacidade.»
The New Yorker
 
 Maria Inês Botelho - Brasil
 
Um especial agradecimento à nossa Presidenta Internacional, Companheira Maria Inês Botelho,
por esta elogiosa colaboração.
publicado por Henrique Salles da Fonseca às 07:40
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Março 19 2010

A Fortaleza de Santa Cruz do Cabo de Gué localiza-se numa elevação sobre Agadir, no litoral atlântico de Marrocos e foi erguida a partir de 1505 pelo comerciante português Diogo Lopes de Sequeira para fazer face às investidas dos castelhanos. O rei D. Manuel I comprou-a ao construtor no ano de 1513 pois desde o início (1505) nela funcionava um hospital de apoio às navegações e, como tal, era considerada ponto estratégico da expansão marítima portuguesa.

 

 

 Agadir vista a partir da fortaleza
 
A cidade desenvolveu-se a partir da Fortaleza mas esta acabou por ser abandonada em 1541.
 
Agadir foi destruída em 29 de Fevereiro de 1960 por um sismo que provocou cerca de 15 000 mortos. Reconstruída com traços modernos, registou um forte surto demográfico, é hoje um dos mais importantes centros turísticos de Marrocos e tem cerca de 800 mil habitantes.
 
 
Santa Cruz do Cabo de Gué (Agadir) foi o 5º elo da cadeia que uniu Tavira a Goa.
 
Henrique Salles da Fonseca
 
BIBLIOGRAFIA: Wikipedia
 
publicado por Henrique Salles da Fonseca às 09:53

Março 18 2010

 

 

 

 

CESÁRIA ÉVORA – «SAUDADE»
 
http://www.youtube.com/watch?v=E_7BV-IuyKI
publicado por Henrique Salles da Fonseca às 10:01

Março 17 2010

 

De fato, parece nome de remédio. Aliás, há um para o coração que se chama quase isso: é o exordil!
 
Afinal, o que é exórdio?
 
Em Oratória, é o nome técnico que se dá a uma das três partes da comunicação. Precisamente a primeira: o início; aquela que vai estabelecer contato com o interlocutor. Tal é sua importância, que foi definida por Cícero como sendo “a parte do discurso que prepara os ouvintes para bem receber a mensagem.” Não é sem razão, portanto, que muitas pessoas afirmam que: “A primeira impressão é a que marca”!
 
Como devemos proceder nesse momento crítico? Que tipo de saudação deve-se fazer?
 
Certo prefeito do interior “caprichava” no exórdio, ao falar em solenidades: fazia largas referências a cada um dos integrantes da mesa e, não satisfeito, fazia o mesmo para com pessoas que se achavam no plenário. Um dia, o governador fez-lhe uma observação:
 
– “Prefeito, você consome muito tempo fazendo tantas e tão longas saudações. Isso não é retórico! Faça o seguinte: estenda o cumprimento a todos os presentes em apenas duas citações. Por exemplo: se estiver em uma escola, saúde professores e alunos. Se for em um hospital, use os termos médicos e pacientes e assim por diante.”
 
Acatando a sugestão, o prefeito decidiu pô-la em prática na primeira oportunidade que surgisse. E foi, imaginem! na inauguração do cemitério da cidade! Sem se dar por achado, o alcaide saiu-se com esta:
 
– “Meus caros conterrâneos e... subterrâneos!
 
Tenho tido o desprazer de ouvir – até de quem eu não esperava – essa lamentável saudação exordial:
 
– “Bom dia (ou boa tarde ou boa noite) a TODOS E TODAS! (Ou A TODOS e A TODAS!)
 
Barbaridade! Por que isso?
 
Uma simples consulta ao dicionário esclareceria que TODOS é “pronome indefinido”, que significa “todas as pessoas; toda a gente; todo o mundo; o mundo inteiro” (Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa).
 
PRONTO! Quando alguém dirige a saudação a TODOS, as “TODAS” estão incluídas, pois o sentido é “todas as pessoas”!
 
Certamente as razões para essa forma esdrúxula de saudar são duas: a intenção – muito justa – de dar destaque às mulheres (o que começou com o presidente Sarney, saudando “brasileiros e brasileiras”...) e a confusão entre todo, todos como pronome indefinido e todo, todos como adjetivo (ou pronome adjetivo), nesse caso, flexionando-se e acompanhando o substantivo. Aí, sim, caberia dizer:
 
– “Bom dia a TODOS (OS) ADVOGADOS e A TODAS (AS) ADVOGADAS”!
 
Não faria sentido – nem seria eufônico (eufônico: “som agradável”, derivado de “eu” ou “ev” que significa “bom”; e “phoné” que equivale a “som”) – dizer, por exemplo:  
 
– “Bom dia a TODOS OS PRESENTES e A TODAS AS PRESENTES”...
 
Outra forma muito comum de se proceder ao contato inicial com o público é a já cansada expressão:
 
– “Para quem não me conhece, meu nome é Fulano de Tal”.
 
Parece tão perfeita que muitos comunicadores e palestrantes a usam. Afinal, ela é simpática e empática: facilita a interatividade, já que os ouvintes ficam, de imediato, sabendo o nome do orador! Entretanto, uma observação atenta, dará lugar a esta pergunta:
 
– “E para quem o conhece, como é seu nome? São dois: um para quem não o conhece e outro para quem o conhece?”
 
Aqui o que ocorreu foi uma “lacuna da comunicação”. Uma parte da mensagem ficou apenas “na intenção”, não chegando a ser proferida. Mas foi “captada” pelos receptores. Isso é muito comum no processo comunicacional brasileiro: nós falamos e entendemos nas entrelinhas... O que não acontece com nossos irmãos europeus. Aqui, se uma pessoa pergunta a outra: “O senhor sabe que horas são?”, a resposta, invariavelmente, será: “Sim, são onze horas”. Na Europa, a pessoa diria apenas: “Sim, sei”!
 
No caso da lacuna apontada acima, o que deixou de ser dito e que completaria a frase foi:
 
– “Para quem não me conhece, eu informo que  meu nome é Fulano de Tal!”

 
Por tudo isso, não se pode tratar displicentemente o momento de abertura de qualquer pronunciamento. Como já demonstrado por estudos especializados, “os primeiros 30 segundos de uma comunicação são fatais: se o comunicador não conseguir captar a atenção dos ouvintes nesse período, isso se tornará muito mais difícil e talvez impossível”!
 
Pense nisso. Mas, por favor, nunca comece saudando “todos e todas”!
 
 J. B. Oliveira

 
Consultor de Empresas, Professor Universitário, Advogado e Jornalista. É Autor do livro “Falar Bem é Bem Fácil”, e membro da Academia Cristã de Letras.
jboliveira@jbo.com.brwww.jboliveira.com.br
publicado por Henrique Salles da Fonseca às 09:56

Março 16 2010

 

 
 
Esta é a história de Telo, João e Teotónio.
 
Chegou, pois, o tempo de Deus decidir dar cumprimento ao voto formulado pelo presbítero Telo. Comprara ele, casualmente mas não sem a intervenção de Deus, em Montpellier uma sela que era muito bem trabalhada e era mais que excelente para montar a cavalo. Certo dia em que o arcediago seguia montado numa mula pela porta de Coimbra e caminhava como habitualmente pela Rua Régia, aperceberam-se dela os cortesãos que notaram o seu bom recorte. Alguém de entre os conselheiros deteve a atenção na sua elegância e propôs ao Infante que pedisse ao arcediago para lha dar. Sem demora, satisfez ele o pedido sugerindo em troca a oferta dos Banhos Régios ao fundo da judiaria. Todavia, porque o juízo real se move por outros motivos que não os nossos, o príncipe, cheio de respeito, embora dando largas à alegria com olhar rasgado e rosto sorridente, respondeu que primeiro teria de ver o assunto, bem lembrado das palavras do sapientíssimo rei Salomão “tudo faz com conselho para não te arrependeres”. Deus, porém, da atalaia da Providência, favorecia os santos desejos do seu presbítero, aos ouvidos do rei e de Hermígio, seu mordomo-mor (paz à sua alma), que ocupava o lugar cimeiro da hierarquia e era homem de grande valor e prudência e mais do que nenhum outro conselheiro do rei nosso senhor, fez chegar a inspiração de apoiar todos os planos do arcediago. Assim aconteceu. Com efeito, por sugestão divina, é-lhe passado um documento autenticado com as armas reais.[1]
 
 
Filho do arcediago da Sé de Coimbra, viajara Telo a Jerusalém em peregrinação ao Santo Sepulcro. No regresso permaneceu alguns meses em Bizâncio navegando de seguida até Marselha e rumando depois a Montpellier onde decidiu comprar uma sela que lhe permitisse cavalgar com algum conforto até Coimbra.
 
D. João Peculiar
(? Coimbra - 1175 Braga)
 
 
Fervoroso adepto da reforma gregoriana, encontrou no presbítero João Peculiar, mestre-escola da Sé de Coimbra, o correligionário que lhe faltava para a implantação da nova doutrina naquela que então era uma região de fronteira com o Islão.
 
Foram razões ideológicas que os levaram a travar amizade com Teotónio, presbítero que já estivera duas vezes em Jerusalém e que para lá tencionava regressar a título definitivo. Convenceram-no a ficar em Coimbra para fundarem uma nova congregação religiosa que, no meio da sociedade, pregasse a Palavra e desse o exemplo de vida apostólica.
 
Foi nos antigos Banhos Régios – que o Infante Afonso Henriques oferecera a Telo por troca duma sela – que no dia 28 de Junho de 1131 lançaram a primeira pedra da nova igreja, a de Santa Cruz de Coimbra.
 

 

 
Ali foi Teotónio o primeiro Prior; subiu aos altares e ficou na História conhecido como S. Teotónio[2].
Valença - Estátua de S Teotónio.jpg   
                  S. Teotónio
 (1082 Valença do Minho - 1162 Coimbra)
 
João Peculiar foi de Coimbra para Braga como Arcebispo defensor da nacionalidade portuguesa contra a constante ofensiva do rival Arcebispo de Santiago de Compostela; não subiu aos altares mas desempenhou a elevada função de conselheiro principal do nosso primeiro Rei.
 
Telo, fundador da Ordem de Santa Cruz, criou à sua volta um escol de letrados que viria a dar origem a uma das Universidades mais antigas do velho continente, a de Coimbra.
 
Eis como uma sela trocada por uma cela foi estrutural na criação de uma Nação.
 
Março de 2010
 
Henrique Salles da Fonseca
 
 
 
BIBLIOGRAFIA:
 
Mattoso, José – D. AFONSO HENRIQUES, Círculo de Leitores, Outubro de 2006
 
Sobre S. Teotónio, http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Teot%C3%B3nio
 
Sobre D. João Peculiar, http://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Peculiar
 


[1] - Pedro Alfarde, Via Tellonis (tradução de A. Nascimento, 1998, pp 60-61)
[2] - D. Telo e S. Teotónio foram pessoas diferentes e não uma só como alguma informação dá a entender nomeadamente na Internet (v. Mattoso, op. cit. pág.80 e seg.)
publicado por Henrique Salles da Fonseca às 08:40
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Março 15 2010

 

Nas referências rebuscadas da nossa memória, ou constantes de registos públicos, como é o caso da imprensa da época, vamos recrutando o alimento para esta série, que intitulámos “Recordando”.
_________
 
 
O Elos Clube de Tavira, logo que se implantou, lançou sementes. Um dos seus dirigentes – Avelino Viegas – fora nomeado Governador do Distrito Elista 28 e nessa qualidade, fez interessar alguns dos seus companheiros de Clube na divulgação da mensagem elista. Avelino, Luís Horta e Armando Horta conseguiram que o irmão dos dois últimos – João Maria de Melo e Horta, então chefe do Serviço de Finanças de Tavira, mas residente em Olhão – se constituísse como coordenador de um grupo de amigos daquela vizinha localidade, para formação de um novo Clube.
 
Assim, o apelo vingou e, em meados de Junho de 1985, o Elos Clube de Olhão estava organizado e pronto a receber a sua Carta Constitutiva, o que viria a acontecer no mês de Julho. O seu primeiro Presidente foi a CE José Raminhos Correia Dourado.
___________
 
A visita a Tavira do Presidente do Elos Internacional, CE Jorge Guerreiro, em 20 de Julho de 1985, prometida desde a outorga da Carta, teve o seu epílogo numa sessão no Jardim do Castelo, em fim de tarde muito aprazível e num ambiente de muita cordialidade.
 
Jorge Guerreiro, em nome do Elos Internacional, apresentou cumprimentos ao Presidente da Câmara Municipal, Fialho Anastácio, na presença da Direcção do Elos C. de Tavira, presidida pelo CE Jorge Correia, muitos elistas e convidados.
 
Além da entrega de emblemas e diplomas a novos elistas e das várias intervenções das entidades presentes, o CE António Pedro Cabrita, Advogado e dirigente Internacional do Movimento, dissertou sobre “A toxicofilia na dependência”, num trabalho de conhecedor dessa problemática e que prendeu a atenção dos presentes.
 
Terminamos a nossa intervenção de hoje, com o fecho da notícia que, a este propósito, publicou o “Lestalgarve”, no seu nº. 101, de 8.Agosto.1985:
 
A importância sócio-cultural destas iniciativas, aliás abertas a inúmeros convidados, ficou patente na participação da assistência e no interesse demonstrado por mais esta realização do Elos Clube de Tavira”.
 
 Luís Horta
Presidente da Assembleia Geral 
Elos Clube de Tavira

 

 
publicado por Henrique Salles da Fonseca às 07:24
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Março 14 2010

 

 
 Basílica do Bom Jesus - Goa
 
«Mando de despedida» pela fadista portuguesa Maria Ana Bobone aquando de recente visita a Goa
 
http://www.youtube.com/watch?v=0iBj0Of_5Ns

 

 

 
«Mando» – género de canção típica de Goa
 
 

 

 

Também no futebol há goeses que saem à rua a «torcer» por Portugal

 

 
 
publicado por Henrique Salles da Fonseca às 11:16
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