Elos Clube de Tavira

Fevereiro 09 2011

 

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Este blog faz hoje 1 ano

 

 

 

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publicado por Henrique Salles da Fonseca às 19:29
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Janeiro 25 2011

 

 

São Paulo é uma cidade que sua vocação é ir sempre além. Como diz na sua Bandeira não sou conduzido, conduzo. São pequenas palavras com grande significado. É a voz de quem quer chegar antes ao futuro e sabe como ultrapassar as dificuldades que aparecerem no meio do caminho, que não se cansa de andar rumo ao desenvolvimento e assume com coragem a responsabilidade da liderança, com espírito de ser a maior Cidade do País e sexta maior do mundo, e abre os braços e espaços para quem vem de fora ajudar e fazer o seu próprio caminho. Esse é o lema, o destino e a natureza da Cidade de São Paulo e de todos os paulistanos e também, de todos quantos vieram de todas as partes do mundo. Nós Elistas temos orgulho de fazer parte do caminho do desenvolvimento de São Paulo e investimos na valorização da sua cultura e trabalhamos para que o lema que está escrito em sua bandeira encontre em nós todos os dias o seu significado, como forma de movimento e progresso, para que os sonhos e conquistas, que ligam as pessoas encontrem o caminho para o futuro e tenhamos sempre orgulho de fazermos parte do crescimento da cidade que amamos e que nunca pára e está sempre um passo á frente. Parabéns São Paulo pelos 457 Anos.

 

Elos Clube de São Paulo Sul

publicado por Henrique Salles da Fonseca às 09:50
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Dezembro 15 2010

 (palavras proferidas no jantar de Natal do Elos Clube de Tavira)

 

 

 

Reverendos Padres (1);

 

Prezados Companheiros;

 

Minhas Senhoras e meus Senhores:

 

É com o maior gosto que a todos saúdo nesta quadra natalícia que agora comemoramos.

 

O final do ano é também propício a que façamos um balanço entre o que fizemos e o que ficou por fazer daqui nascendo naturalmente uma perspectiva do que gostaríamos de realizar no ano seguinte. Assim vamos todos cumprindo um rumo, assim vai a sociedade vivendo e a nossa Civilização encontrando motivos para se confirmar e rejuvenescer através da afirmação dos seus fundamentos e da obra nova que vamos produzindo.

 

E se essa obra nova se pode medir pelo número de pontes e calçadas em cada ano edificadas, outra obra nova há que se pode medir de modos mais subtis. Refiro-me à obra cultural, aquela a que nós, Elistas, nos dedicamos pois aqui não somos nem ponteiros nem calceteiros.

 

E é precisamente essa obra cultural que nos pode actualmente abrir caminhos tão largos e longos quantos a largura e o comprimento do mundo. Do mundo lusíada, digo eu.

 

E o que é o mundo lusíada? Ah! Meus Companheiros e Amigos, é o mundo do tamanho do Mundo!!!

 

Já está formalizada a CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa) com 8 países e com Macau na qualidade de observador pois é uma Região Administrativa da China mas o mundo lusíada não se esgota neste formalismo. Temos que considerar todas as comunidades lusófonas espalhadas pelo mundo e todas elas, sem excepção, fazem parte do mundo que consideramos nosso, o lusíada. Mas a esse mundo também têm que pertencer por direito próprio todos os que a ele queiram aderir por se reverem nos Valores do humanismo que ao longo da História Portugal lhes legou. Podem já não saber falar português mas dizem-se luso-descendentes e assumem uma atitude de defesa dos nossos Valores que os distingue das comunidades que os rodeiam e em que habitualmente se integram de modo plenamente pacífico.

 

Estou neste instante a recordar-me do Senhor D. Óscar Pareira, descendente do Rajá de Larantuka, capital da Ilha das Flores, arquipélago das Celebes, hoje território indonésio; cito o General Fonseka que há pouco ganhou a guerra civil que grassava no Sri Lanka; refiro os jovens luso-descendentes da região de Paris que constituíram a Associação Cabo Magalhães com o objectivo de fomentarem a ligação dos jovens licenciados franceses ao país de origem dos seus antepassados, Portugal; lembro-me das rádios e televisões em língua portuguesa sedeadas nos EUA e no Canadá; refiro-me à comunidade cabo-verdiana no Havai; não posso nem quero esquecer-me dos descendentes de Pêro da Covilhã e dos outros 400 portugueses que tanto ajudaram a Etiópia a ganhar fronteiras internacionalmente reconhecidas no âmbito dum processo histórico nascido no mítico reino do leite e do mel do Preste João.

 

Eis o mundo lusíada a que o Elismo tem que chegar; eis que cada dia que passa em que não o procurarmos será um dia perdido no resgate desses tantos que se orgulham dum País que mal conhecem (mas em cujos telejornais é diariamente vilipendiado).

 

Sim, Prezados Companheiros, temos uma obra grandiosa pela nossa frente. Cumpre-nos mostrar de que dela somos capazes, por a queremos, dela sendo dignos.

 

E o que foi esta ano conseguido? Várias «coisas» importantes mas uma eu quero realçar muito em especial: recomeçou há poucas semanas o ensino da língua portuguesa às crianças de Damão depois de um interregno de várias décadas. E como também é de realçar, sem o recurso a dinheiros do Estado Português.

 

É pouco? Claro que é pouco! Mas já não será assim tão pouco se nos lembrarmos de que o fundamen5tal é arrancar com a obra para que de seguida ela se consolide e dê os frutos que dela esperamos.

 

E aqui está a questão: que frutos dela esperamos? Desde já avanço com uma proposta de resposta: a reaproximação dessas comunidades connosco, o País que lhes levou os Valores por que eles próprios se batem; e dessa reaproximação que brotem cooperações culturais e económicas; enfim, que nasça a amizade e o desenvolvimento.

 

Prezados Companheiros e Amigos:

 

Não me alongar. Espero que em 2011 o nosso Clube ajude Tavira a celebrar o passado com o descerramento da lápide na Porta do Postigo por onde em 11 de Junho de 1239 entrou D. Paio Peres Correia trazendo a cidade definitivamente para o regaço cristão; espero que em 2011 o nosso Clube lidere o processo de dar uma bandeira à Campanha do Analfabetismo Zero; espero que em 2011 todos e cada um de Vós realize os sonhos pessoais no seio do bem-comum e formulando os meus sinceros votos de um feliz Natal para todos, agradeço a atenção que me dispensaram.

 

Muito obrigado!

 

Tavira, 12 de Dezembro de 2010

 

  Henrique Salles da Fonseca

 

(1) Padre Dinis Faísca e Padre Flávio Martins, respectivamente Párocos de Santa Maria e de Santiago, Tavira

publicado por Henrique Salles da Fonseca às 14:31
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Novembro 19 2010

ELOS INTERNACIONAL DA COMUNIDADE LUSÍADA - 2010/11 

 

REGULAMENTO

 

01 – MODALIDADES: Este Concurso é dirigido a todos os Escritores, Poetas, Trovadores, Sonetistas, Artistas Plásticos e Músicos que, de modo geral poderão expressar-se com liberdade, desde que em Língua Portuguesa. Podem até residir em país de Língua estrangeira, mas, os trabalhos, em Português. Para os Trovadores é dado um tema: ELO, ELOS: 04 trovas numa página só, com pseudônimo.

 

02 – DOS TRABALHOS: Cada participante poderá enviar até dois trabalhos, em somente um envelope, em três vias, digitados em Times New Roman, espaço dois, fonte 12, não podendo ultrapassar trinta linhas (espaço é linha). Usar somente papel branco, escrito apenas em um lado, colocar o título do trabalho (ou trabalhos) e assinar todos com o mesmo pseudônimo. No caso de pintura, pode ser ilustrada com poesia do mesmo autor; se for outro, o pseudônimo deverá também ser identificado. O poeta que ilustrar trabalho de outra pessoa poderá, independentemente desse trabalho, concorrer normalmente, porém, deverá usar o mesmo pseudônimo. Todos os trabalhos serão numerados por ordem de chegada.

 

03 – PRAZO E LOCAL DE ENTREGA DOS TRABALHOS: Enviar até o dia 31 de dezembro de 2010, para CONCURSO LITERÁRIO EM LÍNGUA PORTUGUESA – Rua Pio XII, 97/Sala 1102 – CEP: 86020-380 – LONDRINA/PR – BRASIL.

 

04 – IDENTIFICAÇÃO: Nome, pseudônimo e endereço completo, com CEP; Código, mais o número do telefone; e-mail (para facilitar a comunicação), um breve currículo de até cinco linhas, citando o Clube ao qual pertence. Colocar tudo em envelope lacrado e enviar, de acordo com o item 03 deste regulamento.

 

05 – CLASSIFICAÇÃO: Haverá, em cada modalidade, três trabalhos classificados.

 

06 – PRÊMIOS: 1º colocado, Medalha dourada; 2º - Medalha prateada; 3º - Medalha de bronze, bem como os respectivos Diplomas.

 

07 – PREMIAÇÃO: A entrega dos prêmios será na Convenção do Elos Internacional, em Outubro de 2011, no Brasil. Pede-se a presença dos premiados ou seus representantes. Serão informados com antecedência sobre data e local. Os prêmios não serão enviados por correios.

 

08 – COMISSÃO JULGADORA: Será composta de Companheiros Elistas com autonomia de decisão, podendo participar da obra, sem participar do Concurso. Os casos omissos a este Regulamento serão decididos pela Comissão Julgadora.

 

09 – CLASSIFICAÇÃO ESPECIAL: Mediante a qualidade dos trabalhos, os dez melhores em cada modalidade, no conceito da COMISSÃO JULGADORA, poderão ser classificados para a composição de um livro intitulado CONCURSO LITERÁRIO EM LÍNGUA PORTUGUESA DO ELOS INTERNACIONAL... e seus autores receberão um exemplar, graciosamente.

 

OBS.: 1 – Independente da classificação, todos receberão Certificado de Participação, na Convenção. 2 – Se acontecer a publicação do livro e algum Companheiro Elista (CE) quiser adquirir um ou mais exemplares, poderá obter a preço de custo, mais despesas de correio. 3 – Autorizar – ou não – a publicação do endereço.

 

10 – LEMBRETES: 1 - Trabalhos escritos a mão serão desclassificados; 2 – Não serão aceitos trabalhos enviados por Correio Eletrônico (e-mail); 3 – No envelope, no lugar do remetente, ESCREVAM O PSEUDÔNIMO e repitam: RUA PIO XII, 97 – 86020-380 – LONDRINA/PR-Brasil.

 

SAUDAÇÕES ELISTAS CE Maria A M Frigeri – Da Diretoria de Cultura Telefones: 0XX 43 – 3324.3462 – 9942.6320 – e-mail: mariafrigeri@gmail.com

publicado por Henrique Salles da Fonseca às 09:22
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Novembro 16 2010

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Biblioteca Municipal "Álvaro de Campos", Tavira

 

A sala de actos da Biblioteca Municipal Álvaro de Campos, em Tavira estava literalmente cheia, para a cerimónia de encerramento dos XI Jogos Florais do Elos Clube de Tavira, que ali teve lugar na tarde do dia 13 de Novembro de 2010.

 

A Mesa foi constituída pelo Presidente do Elos Clube de Tavira, CE Salles da Fonseca, que convidou para o acompanharem, o Presidente da Câmara Municipal, Dr. Jorge Botelho, a Presidente do Elos Clube de Olhão, CE Armanda Dourado, os Membros do Júri, Engenheiro Tito Olívio Henriques e Dra. Manuela Rosado Beato, e a Profª. Maria Lúcia Melo Horta Alves, palestrante convidada. Estava presente, também, o Vice Presidente da Câmara tavirense Arquitecto Luís Nunes.

 

Aberta a sessão, o Presidente do Elos Clube de Tavira, após a saudação às bandeiras e as boas vindas às entidades, concorrentes, convidados e companheiros elistas, proferiu uma importante comunicação anunciando que, por sugestão do Elos Clube de Tavira, a Presidência do Movimento do Elos Internacional da Comunidade Lusíada assume a Campanha do Analfabetismo Zero como instrumento programático da sua acção em todo o espaço lusíada.

 

Assim, disse, “o combate ao analfabetismo adulto passa a ser um elemento estrutural da actuação do Movimento Elista espalhado pelo mundo e – à semelhança do que já sucede com a bandeira azul atribuída às praias limpas – também nós passaremos a atribuir a bandeira do “Analfabetismo Zero” às Autarquias lusíadas que comprovadamente erradiquem esse flagelo”.

 

O Presidente do Município mostrou-se agradado com a ideia lançada em primeira mão por Salles da Fonseca, reiterando a colaboração do seu Executivo para as acções e iniciativas concretas do Elos Clube, que considerou um parceiro estratégico para o desenvolvimento cultural da cidade e concelho de Tavira.

 

Após a intervenção da CE Júlia Silva, Directora do Protocolo e da Vice Presidente CE Maria Isabel Dias, que apresentou a palestrante, Maria Lúcia Horta Alves presenteou os circunstantes com uma dissertação sobre João de Deus, entrecortado por poesias que demonstravam a forte componente lírica da poesia do autor. O trabalho centrou-se mais na obra do que sobre os dados biográficos, não deixando embora de referir as facetas do seu carácter e a importância do grande encargo a que meteu ombros para a diminuição do analfabetismo reinante na sua época.

 

Assumiram depois a condução do encerramento dos Jogos Florais os CE’s Luís de Melo e Horta e Maria da Encarnação Vieira Santos. Nessa sequência, foram lidos todos os trabalhos e anunciados os seus autores, que receberam os equivalentes prémios, diplomas e, todos eles, uma flor, como é origem e tradição nos Jogos Florais.

 

Concorrentes classificados, por temas:

 

Prosa

 

1º. Prémio

Título – “Raiz, tronco e flor da Língua Portuguesa”; Autor – João Batista Coelho, de S. Domingos de Rana

2º. Prémio

Título – “Publicações e Homenagens”; Autora – Judite da Conceição Nunes Higino, de Portimão

3º. Prémio

Título – “José Fernandes Costa”;Autor - Vitor Manuel Capela Batista, do Barreiro.

 

Quadra

 

1º. Prémio

Título – "Quadra"; Autora - Maria Aliete Viegas Cavaco Penha, de Faro

2º.Prémio

Título – “O tempo passa a correr”; Autor – José António Palma Rodrigues, de Ganilhos / Aljubarrota;

3º.Prémio

Título – “Quem rouba não tem direito”; Autor - Vitor Manuel Capela Batista, do Barreiro

1ª. Menção Honrosa

Título - “Verdade”; Autor – Aníbal José de Matos, da Figueira da Foz

2ª. Menção Honrosa

Título – “Emoções de amor”; Autora – Maria Ruthe de Brito Neto, de Tavira.

 

Poesia Obrigada a Mote

 

1º. Prémio

Título – “A Rosa”; Autor – Alfredo dos Santos Mendes, de Lagos

2º Prémio

Título – “Magia de Amor”; Autora – Maria Ruthe de Brito Neto, de Tavira.

3º. Prémio

Título – “Uma flor misteriosa”; Autora – Maria Aliete Viegas Cavaco Penha, de Faro

1ª. Menção honrosa

Título – “Essa rosa que me deste”; Autor – António Isidoro Viegas Cavaco, de Faro

2ª. Menção Honrosa

Sem título; Autora – Júlia Maria Tavares Franco, de Cascais

 

Soneto

 

1º. Prémio

Título – “Que faço eu aqui”; Autor – José António Palma Rodrigues, de Ganilhos/Aljubarrota

2º. Prémio

Título – “Vivência do Poeta”; Autora – Maria Aliete Viegas Cavaco Penha, de Faro

3º Prémio

Título – “Um cacto”; Autor – José Correia Torres, de Lisboa

1ª. Menção Honrosa

Título – "Tentações"; Autor – José António da Palma Rodrigues, de Ganilhos/Aljubarrota

2ª. Menção Honrosa

Título – “O Amor”; Autora – Maria Aliete Viegas Cavaco Penha, de Faro

 

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Após os agradecimentos que o Presidente dirigiu a todos quantos haviam tornado possível o êxito de que se revestiu esta edição dos Jogos Florais, foi encerrada a cerimónia. Seguiu-se um convívio informal para que foram convidados todos os presentes, reforçando laços de amizade e de companheirismo, no âmbito do prestígio cultural e social que o Elos Clube de Tavira empresta a todas as suas iniciativas.

 

Luís Horta

 

______________________________________________________________________

 

Tendo sido já publicada a excelente comunicação do Companheiro Elista Salles da Fonseca, Presidente do ECT, e para melhor conhecimento da qualidade de quanto foi presente a concurso, iremos inserindo durante as próximas semanas, os trabalhos premiados, por modalidades.

 

 

(*) http://www.google.pt/imgres?imgurl=http://c5.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/b1a04a4ff/6836534_Mv7aa.jpeg&imgrefurl=http://casaalvarocampos.blogs.sapo.pt/2010/07/&usg=__FNKWmakuHoT51pDUJ-nWE72a4Xc=&h=266&w=400&sz=42&hl=pt-br&start=0&zoom=1&tbnid=FoFAMeGFslAEZM:&tbnh=117&tbnw=176&prev=/images%3Fq%3Dbiblioteca%252B%25C3%2581lvaro%252BCampos%252BTavira%26um%3D1%26hl%3Dpt-br%26sa%3DN%26rlz%3D1T4SUNA_enPT292PT293%26biw%3D1020%26bih%3D535%26tbs%3Disch:1&um=1&itbs=1&iact=rc&dur=420&ei=HyjiTLbeBoi6jAe455jIAQ&oei=HyjiTLbeBoi6jAe455jIAQ&esq=1&page=1&ndsp=15&ved=1t:429,r:1,s:0&tx=84&ty=56

publicado por Henrique Salles da Fonseca às 05:51
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Novembro 13 2010

 

DISTRIBUIÇÃO DE PRÉMIOS

 

DISCURSO DO PRESIDENTE

 

 

Senhor Presidente da Câmara Municipal de Tavira

Senhores Membros do Júri

Senhores Concorrentes

Prezados Companheiros

Minhas Senhoras e meus Senhores

 

É com o maior prazer que saúdo V. Ex.ª, Senhor Presidente da Câmara Municipal de Tavira, tanto pelo gosto sincero de o termos entre nós como pelo apoio que a Câmara nos facultou na realização desta iniciativa. Permita-me realçar a disponibilidade do Elos Clube de Tavira para colaboração na política cultural concelhia e peço-lhe, Senhor Presidente, que nos convoque sempre que entender que poderemos ser de utilidade para os desígnios dessa política autárquica que é também a nossa.

 

Saúdo de seguida os ilustres membros do Júri a quem manifesto um especial agradecimento pelo árduo trabalho a que se dedicaram estudando e relativizando tantos textos concorrentes a estes nossos XI Jogos Florais. Nunca imaginámos quantidade tão grande e é com entusiasmo que registamos uma fortíssima dinâmica literária nacional.

 

Uma saudação também muito especial aos concorrentes que nos brindaram com 110 peças!!! Meus caros concorrentes: a vossa actividade é a expressão sublime da vitalidade da nossa Nação. E, numa época como esta em que estamos, despojados da capacidade produtiva de bens a favor de outros países em que essas produções são mais baratas, restam-nos a investigação científica e a criação artística. Em suma, resta-nos a valorização da nossa expressão, o aprimoramento do espírito.

 

E aqui entra a dimensão do humanismo lusíada que resulta da maioridade alcançada por todos os povos que algures no mundo e ao longo da História Portugal administrou e que hoje partilham um mundo livre de submissões institucionais. E porque os laços que hoje nos unem vêm sendo gostosamente tecidos em brocado, estamos numa harmonia plural de diferentes sotaques à volta da mesma língua que hoje é um inequívoco instrumento da paz.

 

Como alguém dizia sobre D. Francisco de Almeida, Vice-Rei da Índia, mais do que o poder bruto da artilharia e mais do que o poder gentil da diplomacia negociada sobre suaves alfombras, ele usou o poder inteligente desse modo gizando um futuro de glória para uma pequena e distante Nação que só com inteligência se poderia mover entre rivais bem mais poderosos, os donos do lago árabe que se transformou em mar português, esse a que hoje chamamos Oceano Índico.

 

Eis, pois, o que nos resta: apurarmos o espírito, aguçarmos a inteligência. Só desse modo a nossa pequena Nação se poderá mover entre tantos rivais bem mais poderosos. Hoje, como no tempo de D. Francisco de Almeida, num mundo globalizado. Só que então no âmbito duma globalização de que éramos os autores; hoje, numa em que somos as vítimas. Mas de nada nos valerá carpir sobre o leite derramado. Cumpre-nos, isso sim, garantir a sobrevivência nacional e isso só será possível se prosseguirmos objectivos de excelência. E se não temos excelentes reservas de petróleo, se não temos excelentes minas de oiro ao virar de cada esquina, se como D. João II mais não temos neste mundo globalizado do que as excelentes ruas para passear, tratemos daquela riqueza de que ninguém nos pode privar: as pessoas. Eis ao que andamos; eis ao que andaremos: a promover as populações. 

 

Então, se como dizia Virgílio Ferreira, «uma língua é o lugar donde se vê o mundo e em que se traçam os limites do nosso pensar e sentir», honremos este lugar donde vemos o mundo, alarguemos os limites do pensamento, sintamos mais força na vontade que nos rege.

 

Ilustres Senhoras e Senhores, Prezados Companheiros: aceitemos como nosso o importantíssimo desígnio de algo fazermos de muito concreto que ajude a nossa Nação e também as novas Nações que de nós nasceram. Tomemos a iniciativa e não nos quedemos parados à espera que os Governos façam aquilo que gostaríamos de ver feito e que, afinal, nós próprios podemos e devemos fazer.

 

O quê? Eis a questão!

 

Minhas Senhoras e meus Senhores, muito Prezados Companheiros: tenho a honra de anunciar em primeiríssima mão que, por sugestão do Elos Clube de Tavira, a Presidência do Movimento do Elos Internacional da Comunidade Lusíada assume a Campanha do Analfabetismo Zero como instrumento programático da sua acção em todo o espaço lusíada.

 

Assim, o combate ao analfabetismo adulto passa a ser um elemento estrutural da actuação do Movimento Elista espalhado pelo mundo e – à semelhança do que já sucede com a bandeira azul atribuída às praias limpas – também nós passaremos a atribuir a bandeira do “Analfabetismo Zero” às Autarquias lusíadas que comprovadamente erradiquem esse flagelo. E se o Regulamento da atribuição desse distintivo só agora vai começar a ser estudado, há que lançar de imediato o concurso de ideias para a bandeira a hastear nas Autarquias que o conquistem.

 

Minhas Senhoras e meus Senhores, Prezados Companheiros, aqui fica a notícia e daqui lanço o desafio a todos os desenhistas lusíadas para que nos tragam ideias para a «Bandeira do Analfabetismo Zero».

 

Esta, uma acção da sociedade civil que toma a iniciativa em prol do bem da grande Nação lusíada; este, um exercício de aprimoramento do espírito que ficará marcado pela Tavira que Vive Cultura.

 

Mãos à obra e muito obrigado pela atenção.

 

Tavira, 13 de Novembro de 2010

 

Henrique Salles da Fonseca

Presidente

publicado por Henrique Salles da Fonseca às 23:30
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Novembro 08 2010

                                         

 

O Elos Clube de Tavira, com o apoio da Câmara Municipal de Tavira e da Biblioteca Municipal, onde decorrerá a respectiva sessão, promove, no dia 13 de Novembro, pelas 15.30, o encerramento dos seus XI Jogos Florais, nesta edição dedicados ao Poeta João de Deus.

 

Antes da divulgação e leitura dos trabalhos premiados e entrega dos diplomas e prémios, será recordada a figura do patrono destes Jogos Florais.

 

A palestra estará a cargo de Maria Lúcia de Melo Horta Alves, Professora de Ensino Básico, poetisa e declamadora, que se tem dedicado ao estudo da obra do Poeta e Pedagogo João de Deus.

 

A entrada é livre.

 

Tavira - Biblioteca Municipal Álvaro de Campos  13 de Novembro de 2010 pelas 15.30 H

publicado por Henrique Salles da Fonseca às 09:06
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Outubro 21 2010

 

 

Penso que seria bom ter uma varinha de condão

Que resolvesse os problemas da minha Nação.

Qual?

A Nação Lusíada, claro!!!

E o que faria essa varinha?

Tocaria nos lusíadas – todos!!! - e deles faria Doutores;

Dos nossos problemas faria desígnios de vitória;

Das nossas tristezas faria hinos de glória;

Da nossa língua faria missão de paz;

Da nossa mente faria tudo aquilo

De que um homem bom é capaz.

 

Lisboa, Outubro de 2010

 

Henrique Salles da Fonseca

publicado por Henrique Salles da Fonseca às 20:03
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Setembro 25 2010

Monumento aos Descobrimentos

 

INAUGURAÇÃO

 (Oferta do Elos Clube de Tavira)

10AGO96

 

 http://www.youtube.com/watch?v=lW80OcBI1jk

 

publicado por Henrique Salles da Fonseca às 23:29
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Setembro 05 2010

Há Homens que lutam um dia e são bons; há outros que lutam um ano e são melhores; há aqueles que lutam muitos anos e são muito bons. Porém há-os que lutam toda a vida, os imprescindíveis!

Bertolt Brecht (1898-1956)

 

 

Prezadas Autoridades Elistas,

prezados membros de Unidades Elistas:

 

É com muito, mas muito pesar e imensa tristeza, que informamos que o digno CE Dr. Máximo Gonzales Donoso, Grande Líder da Família Elista, faleceu nesta noite, na cidade de Londrina (PR-BR), tecendo mensagens significativas ao Elos Internacional da Comunidade Lusíada. O amor ao Elismo era sinônimo de vida em plenitude, de vida cidadã para esse Artífice do Bem.

 

Pensar sobre o significado especial que teve o CE Dr. Máximo Gonzalez Donoso para o "Movimento Elista" é transcender o tempo físico. É ter o conceito de Elos bem introjetado, amalgamado, carregado de desejos e ações para alcançar um "mundo sem desavenças ou guerras".

 

Apresentava, o nosso estimado companheiro, visão de mundo aberta para a prevalência do Ideário Elista nas comunidades onde as Unidades Elistas se encontram instaladas. Defendia a atuação das mesmas, fortemente, junto às suas comunidades, para que "o legado" fosse nelas cristalizado. Enfatizava, o nosso ilustre Presidente do Conselho Superior Consultivo do Elos Internacional da Comunidade Lusíada, que quanto "maior for o entendimento da razão de ser do elismo, maior será a emoção, a honra de ser elista."

 

Portanto, neste momento em que o Elos Internacional da Comunidade Lusíada coloca sobre si o LUTO, é necessário ter em mente que a responsabilidade de todos nós, elistas, alcançou níveis altíssimos: temos que manter, de forma impoluta, o seu chamamento à razão é à defesa intransigente do Elismo.

 

É preciso rememorar o trabalho apresentado pelo companheiro Máximo no decorrer da Conferência da Sessão Solene de instalação da XXIV Convenção Internacional da Comunidade Lusíada, realizada na cidade do Rio de Janeiro (RJ-BR), no período de 23 a 26 de outubro de 2003:

 

Haveremos de resistir às adversidades, às decepções e encarar o Movimento Elista com o otimismo e o ideal que nos foram legados pelos nossos fundadores. Só descumpriremos nosso ideário se não soubermos entender, transmitir, difundir e preservar, de forma intransigente e missionária, nossa Carta de Princípios Elistas.

 

Sejamos, pois, partícipes cada vez mais comprometidos com os elos da corrente, que precisam se encontrar altamente "conjugados", a fim de que haja, continuadamente, crescimento em número e qualidade do Elos Internacional da Comunidade Lusíada e a geração de valor, para todos os elistas, seja a sua premissa.

 

Para o companheiro Máximo registramos, neste significativo momento de dor e de perda corpórea, o agradecimento do Elos Internacional da Comunidade Lusíada pela sua luta incessante em prol da vida com o predomínio da ética, da família, da congregação dos homens, da valoração do ato elista na e pela comunidade, da defesa e preservação da língua portuguesa, com destaque para "a salvaguarda da nossa cultura".

 

Afinal, a Carta de Princípios Elistas traça parâmetros para as ações elistas alcançarem, com ótima performance, as suas finalidades imbricadas nos objetivos e em metas estabelecidas.

 

Tomando parcela do poema do elista Ivan de Almeida Garret (Curitiba-PR/BR), contido na obra "Elistas Escrevem III, esta Presidência do Elos Internacional da Comunidade Lusíada ressalta a sua essência para apresentar o perfil do CE Dr. Máximo Gonzalez Donoso, pessoa extremamente competente em suas ações e capaz de impactar ambientes com a sua marcante presença:

 

" SER CAPAZ"

 

(...)

Ser capaz de mensurar...

Ser capaz de ouvir...

Ser capaz de ver...

Ser capaz de crer...

Ser capaz de amar...

Ser capaz de julgar...

Ser capaz de perdoar...

Ser capaz de unir...

Ser capaz de recomeçar...

Ser capaz de chorar...

Ser capaz de aceitar uma derrota...

Ser capaz de encontrar a si próprio...

Ser capaz de silenciar...

Ser capaz de semear...

Ser capaz de confiar...

Ser capaz de sentir os aromas...

Ser capaz de evoluir...

Ser capaz de ser um filantropo...

 

A trajetória do elista, Presidente do Elos Clube de Londrina, Governador do Distrito Elista-4, VPIAS, Presidente do Conselho Superior Consultivo do Elos Internacional, Presidente de Honra do Conselho Superior Consultivo do Elos Internacional e Presidente do Elos Internacional da Comunidade Lusíada deixa marcas indeléveis no tempo e nos corações dos abnegados elistas, oferecendo a certeza de que "tudo vale a pena, se a alma não é pequena" e que as nuances que o tempo apresenta nunca conseguirão apagar a sua imagem e os seus atos , pois era "elista convicto."

 

Enviamos à Família Donoso sentimentos de pesar e de respeito frente à perda do insubstituível CE Dr. Máximo Gonzales Donoso, em nome do Elos Internacional da Comunidade Lusíada, composto de:

-Diretoria Internacional,

-Vice-Presidentes para os Continentes,

-Governadores de Distritos Elistas,

-Unidades Elistas.

 

Lembramos que o CE Máximo será, sempre, luz maior da Constelação Elista pós-contemporânea e que pelas portas do BEM que na Terra, quando em vida, abriu, já se encontra inserido no Paraíso Celeste.

 

Obrigado, CE Máximo Gonzalez Donoso, por ter permitido aprendermos, consigo, a sermos elistas convictos e a traçarmos um caminhar onde se estabeleceu e se mantém a face do BEM SOCIAL!

 

Maria Inês Botelho

Presidente do Elos Internacional da Comunidade Lusíada

publicado por Henrique Salles da Fonseca às 20:08
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