Elos Clube de Tavira

Novembro 01 2010

 

 

Sou um lusonauta viajoso muito além do letral

Muito além dos ancestrais que de Portugal

Foram semear suas galeras mundo afora

E desembarcaram na América de onde sôo agora

Sou um cristão novo que deixou a inquisição

Deixou a terra-mãe em pranto e enfrentação

Saiu fundar um novo Portugal ao sul do equador

Um lusonauta peregrino em paz, em luz e amor.

 

Um lusonauta que deixou a Ilha da Madeira

De ancestrais e foi ser luso em terra estrangeira

E sem negar a terra-mãe, a aldeia, o berçário, o chão

Foi lusonauta em terra, mar, lavoura e sertão

Sou português criado em terra distante do ninhal

Mas sendo o que sou ainda a trovar Portugal

E tenho a bandeira, o amor, a luz, a peleja e a fé

De ser um lusonauta em terras paulistas de Itararé!

 

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Às Armas! Às Armas! - Ser Lusonauta é o meu país

Palavras; alma, paleta – internet como grafia e pincel

Se estou na terra em que tudo dá de maná a leite e mel

De Portugal a terra-mãe vem ao peito a iluminura matriz

Pois Portugal está no espírito altaneiro como uma asa, uma raiz

Em cravos de saudade pelo que por Portugal um trovador me fiz

 

 Silas Correa Leite

(Lusonauta de Portugal em Itararé, São Paulo, Brasil)

publicado por Henrique Salles da Fonseca às 19:04
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